<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Irrelevante</title>
	<atom:link href="http://irrelevante.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://irrelevante.com.br</link>
	<description>reflexões por indivíduos duvidosos</description>
	<lastBuildDate>Thu, 26 Nov 2009 13:35:36 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>O estilo da Classe Média</title>
		<link>http://irrelevante.com.br/quote/o-estilo-da-classe-media/</link>
		<comments>http://irrelevante.com.br/quote/o-estilo-da-classe-media/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buccalon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quote]]></category>
		<category><![CDATA["carta capital"]]></category>
		<category><![CDATA["classe média"]]></category>
		<category><![CDATA[discurso]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://irrelevante.com.br/?p=462</guid>
		<description><![CDATA[Deixo aqui um artigo da Carta Capital chamado O Estilo da Classe Média. Acompanha o clipe da música Classe Média, do brasileiro Max Gonzaga. A reflexão ficar por sua conta, na caixa de comentários.
Você delira quando Caetano Veloso diz que Lula é grosseiro e não sabe falar? Não perde uma coluna de Danuza Leão? Coleciona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixo aqui um artigo da Carta Capital chamado <a href="http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&#038;a2=6&#038;i=5500">O Estilo da Classe Média</a>. Acompanha o clipe da música <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_Zc7gBKV_Vg">Classe Média</a>, do brasileiro Max Gonzaga. A reflexão ficar por sua conta, na caixa de comentários.</p>
<blockquote><p>Você delira quando Caetano Veloso diz que Lula é grosseiro e não sabe falar? Não perde uma coluna de Danuza Leão? Coleciona os livros de Ali Kamel? Parabéns, você é um típico representante da classe média brasileira, fiel integrante da elite branca, como definiu o ex-governador de São Paulo Cláudio Lembo. Pierre do Brasil, criador do blog <em>The Classe Media Way of Life</em>, conseguiu captar a essência desses seres que trafegam (raramente, pois quase sempre o trânsito está engarrafado) pelos Jardins paulistanos, a zona sul carioca, os bairros ditos nobres das capitais e os cada vez mais numerosos condomínios fechados. A seguir, um resumo de alguns dos textos do blog (<a href="http://classemediawayoflife.blogspot.com/">classemediawayoflife.blogspot.com</a>).</p></blockquote>
<p><span id="more-462"></span></p>
<blockquote>
<h3>MORAR EM APARTAMENTEO</h3>
<p>O<em> modus vivendi</em> de nossos heróis médio-classistas, cuja característica mestra consiste no “morar em apartamento”, contribuiu para a instituição de uma nova realidade urbana não apenas pela geração dos “filhos de apartamento”. Outra esquisitice daí proveniente mudaria de figura as nossas cidades: os empreendimentos imobiliários.</p>
<p>A evolução do “morar em apartamento” causou profundas mudanças na maneira como se constrói uma cidade. Se antigamente um edifício era projetado e implantado por um arquiteto, sobre uma malha urbana determinada por um urbanista, e colocado de pé por um engenheiro, atualmente a classe média só compra imóveis projetados por publicitários. O publicitário é uma figura de extrema relevância para a classe. É algo como um guru. Sua função extrapola a mera tradução dos valores do médio-classista e sua consequente materialização em forma de produto, para na verdade formatar a preferência desse cidadão e impor-lhe tudo aquilo que ele deve gostar. Se você quer ser um médio-classista normal, terá de gostar dessa situação. Do contrário será convencido por um publicitário.</p>
<p>Com a cidade sendo construída pelos empreendimentos do departamento de marketing, o desenho urbano e as relações sociais vão tomando a cara da classe média. Todo prédio tem um nome, que quando não é o nome de um médio-classista falecido (com sobrenome italiano), é um estrangeirismo. Os idiomas preferenciais são o inglês, o francês e o próprio italiano.</p>
<p>Tendo este meio de vida se instaurado e solidificado no seio da classe média, o “filho de apartamento” passou a ser considerado uma espécie de instituição, de forma que os empreendimentos agora tentam redefinir as condições. Médio-classistas hoje em dia podem escolher morar em um empreendimento chamado Château De Douceur, onde estão disponíveis nas áreas comuns o “Espaço Kids”, para os pequenos brincarem o dia inteiro, o “Espaço Teen”, para os adolescentes, o “Garage Band”, para os filhos terem o direito de ser rebeldes, enquanto a empregada leva suco e biscoitos.</p>
<p>Também há o “Woman’s Space”, para ficar vazio, enquanto você frequenta o salão do momento. O “Espaço Gourmet”, para dizer aos outros que você é refinado e cozinha por prazer, enquanto a empregada deixa tudo pré-pronto em segredo, e ainda lava as panelas. O “Fitness Center”, para ficar vazio, enquanto você paga uma academia perto do trabalho, e muitas outras salas com nomes estrangeiros. O objetivo disso, além de encarecer absurdamente o condomínio, é fornecer argumentos ao publicitário para que o tamanho dos apartamentos seja cada vez mais diminuto, no pressuposto de que ninguém ficará lá dentro com tantas atividades dando sopa no <em>pilotis</em>.</p>
<p>Por fim, neste novo jeito de morar, uma coisa é imprescindível: grades. O mundo lá fora é mau. A gente de bem está do lado de dentro. Por isso, no espaço urbano todas as características da classe média convergem para um único organismo, que é o “lado de dentro”. Médio-classista evita sair na rua. Rua é para pobre, é onde passa ônibus e onde estão os assaltantes. O médio-classista anda de garagem em garagem. Sem contato nem com o ar do lado de fora. Filho de apartamento tem alergia a fumaça, poeira, plantas de verdade e pobre. Assim, a cidade da classe média é hoje um núcleo fortificado, à espera de um ataque bárbaro a qualquer momento. Para isso, métodos de segurança dos mais modernos foram desenvolvidos, como lanças e homens armados. Dizem que em São Paulo uma construtora aguarda autorização do Ibama para construir um sistema de fosso com jacarés.</p>
<p>Será o primeiro Eco-Security-Residence do Brasil.
</p></blockquote>
<blockquote>
<h3>COMPRAR OS BEST SELLERS</h3>
<p>Para o médio-classista é muito difícil arrumar um tempo pra ler. A vida atribulada, os negócios, a ralação diária para garantir as contas pagas (graças a Deus), os filhos, a faculdade, nada disso deixa tempo para uma boa leitura. Mas isso tem de ser feito, pois a superioridade intelectual é inerente à classe, e não há como declamar nas seções de cartas da revista semanal sobre a falta de instrução do povão se você não ler seus dois livros anuais.</p>
<p>Quem não tem tempo para ler tem de ser seletivo, e ser seletivo é uma especialidade do cidadão da classe. Então, para que todo mundo na Book Store saiba que você é classe média, vá direto aos best sellers. Ali você terá segurança para escolher um livro “da moda”, um livro que fará todo mundo no seu trabalho te admirar, um livro que todos vão querer emprestado. Apareça com algum best seller da semana e incremente sua reputação tanto de “culto” quanto de “antenado”, igual àquele cara que introduziu <em>O Código da Vinci</em> na turma do escritório. A lista dos mais vendidos nunca erra.</p>
<p>O leitor médio-classista, antes de tudo, é um eclético. Não importa o tema, não importa o autor: o que estiver na moda, se vender muito, ele compra. Mas sempre há os gêneros que fazem mais sucesso: mistério, esoterismo, espiritismo, política e autoajuda sempre são considerados bons livros. Mas se você quer mesmo é botar pra quebrar, pode ir às últimas consequências do médio-classismo e apelar para os “gênios” desse público: Paulo Coelho, que tem mistério, esoterismo e autoajuda, tudo misturado; Ali Kamel, que junta política e ficção; Dan Brown, só porque escreveu o tal <em>Código</em>&#8230; Mas se você, aspirante à classe, persiste num impasse diante de tantas boas opções da banca de best sellers, atente a um macete que nunca falha: na dúvida, compre o que tem a capa mais bonita.
</p></blockquote>
<blockquote>
<h3>PRATICAR O &#8220;CADA UM POR SI&#8221; NO TRÂNSITO</h3>
<p>Para quem quer se comportar como a classe média brasileira, um ótimo ambiente de observação é o trânsito de nossas grandes cidades. Ali podemos estudar, por imersão total e com riqueza de detalhes, os valores desse peculiar grupo social.</p>
<p>O médio-classista encara o trânsito como se fosse uma grande batalha em defesa do seu direito individual prioritário de ir e vir, o que significa que cada indivíduo da classe, no trânsito, tem prioridade um sobre o outro e vice-versa (numa estranha equação ainda não resolvida pela matemática). E todos têm prioridade sobre os pedestres (esse ponto já é bem mais fácil de entender).</p>
<p>Para encarar o trânsito, cada cidadão da classe deve estar equipado com seu carro. Se uma moradia médio-classista possui, por exemplo, quatro habitantes em idade para ser condutores, o ideal é que ali haja quatro carros. O carro é uma importante propriedade desses cidadãos, e seu interior é seu mundo particular, uma extensão de sua casa sobre rodas. Por isso, o carro para esse público precisa ser equipado com “insulfilme”, equipamento de som, ar-condicionado e lugar para, no mínimo, cinco passageiros (para levar objetos e peças de vestuário, uma vez que raramente o carro do médio-classista trafega com mais de uma pessoa, além do motorista). Tudo isso garante que o que realmente importa (o mundo particular do condutor) esteja muito agradável, a fim de evitar o contato com o mundo exterior, totalmente desprezível. Para este, há um mecanismo de comunicação denominado buzina.</p>
<p>Você, aprendiz de médio-classista, precisa aprender que é necessário se revoltar com as atuais condições do trânsito. Assim, no seu papel de cidadão politizado e pagador de impostos, deve exigir das autoridades que abram espaço na cidade para mais carros. Que desapropriem, botem a cidade abaixo, mas garantam a duplicação das vias até resolver o problema. Fique revoltado também pelo fato de o governo se preocupar mais em, violentamente, coibir seu direito sagrado de ingerir álcool do que abrir mais acessos para o seu carro trafegar mais rápido.</p>
<p>O primeiríssimo passo para entrar na classe é abandonar o transporte coletivo, o Metrô e até mesmo a bicicleta (esta somente pode ser usada para lazer, e, mesmo assim, deve ser transportada de carro até o local do uso). No transporte coletivo você está num espaço público, sujeito a ficar perto de pobres e nada ali é “só seu”. É muito melhor que você trafegue dentro de sua bolha de vidro e metal, “privatizando” (aprenda a adorar esta palavra) cerca de 10 metros quadrados do espaço público, com uma máquina de mil quilos que queimará petróleo para transportar uma pessoa de 70 quilos, a fim de garantir seu merecido bem-estar até seu destino. Você tem direito, você é da classe média.
</p></blockquote>
<blockquote>
<h3>AFIRMAR QUE NÃO EXISTE RACISMO NO BRASIL</h3>
<p>Para se tornar um genuíno membro da classe média brasileira, você não pode ser racista. Simplesmente porque, na ótica da classe, o racismo não existe no Brasil. Não existe privilégio para nenhuma raça, tudo se pode conseguir pelo esforço e trabalho, seja a pessoa médio-classista ou negra. Convença-se disso.</p>
<p>Racismo, hoje, talvez só nos Estados Unidos. Ali sim já se praticou racismo “do bom”, racismo “de raiz”, onde qualquer um pode encher um neguinho de porrada ou atear fogo na casa dele quando quiser&#8230; Mas, hoje, nem lá as coisas são como eram&#8230; o presidente deles é negro, então os negros não têm do que reclamar.</p>
<p>Tome cuidado! Essa história de cotas, de segregação racial, de discriminação e tratamento diferenciado não pode afetar sua culta percepção do mundo, a percepção de quem recebeu uma bela educação paga nos melhores colégios católicos. Você deve entender isso como mera coisa de livros de História, que ninguém lembra mais, da época em que trouxeram os negros escravizados da África, situação que logo mudou quando a Princesa Isabel assinou a tal parada, e desde então brancos e negros têm acesso ao que quiserem em igual condição.</p>
<p>Para demonstrar a seus estimados colegas da classe o quanto você faz por merecer a aceitação no grupo, discuta, sempre que surgir o tema, sobre como os negros simplesmente não querem estar na mesma posição dos brancos (lembre-se de representar uma “indignação analítica contida” quando disser isso). Você causará suspiros de admiração, será ouvido e respeitado por seus pares. Argumente que, se você conseguiu chegar onde chegou, qualquer negro também conseguiria, pois este é um país onde o mérito funciona e é a base de tudo.</p>
<p>Diga que você acha estranho, mas talvez, por uma questão de gosto pessoal, eles prefiram jogar capoeira a ir para a universidade (novamente contenha a indignação de palestrante culto). E dê o veredicto: se os negros estão reclamando, botando a culpa nos brancos, querendo cotas, se organizando em grupos culturais, movimentos de ações afirmativas e bandas de música black, eles é que são racistas. (Neste ponto, você fica autorizado pela audiência a ignorar a autocontradição.)</p>
<p>Por fim, para dar o golpe de misericórdia e carimbar de vez seu passaporte ao mundo da classe média, fale sobre sua relação com os negros. Decore: você não deve ter nada contra nem a favor deles. Você os trata como qualquer pessoa e às vezes com humilde magnificência, até dá bom-dia ao jardineiro do prédio e à diarista. Você não namoraria uma pessoa negra, mas até daria uns pegas (se ela não contasse pra ninguém). Você acha que o governo tinha de criar escolas técnicas para “capacitar” pessoas para o trabalho manual, o que é uma ótima alternativa para os negros arrumarem emprego. Defenda o ponto de vista que explica que as universidades, o Judiciário e a alta sociedade têm pouquíssimos negros apenas por coincidência, ou até mesmo por uma questão estatística: eles existem mesmo em menor número, tanto que você quase não os vê nas festas que frequenta.
</p></blockquote>
<blockquote>
<h3>ACHAR QUE DEUS TE CONSIDERA MELHOR QUE OS OUTROS</h3>
<p>O médio-classista não apenas acredita em Deus, como acredita que Deus gosta mais dele que dos outros. Não obstante sempre soltar um “graças a Deus” a tudo que se refere a seu patrimônio, quem é da classe justifica sua condição de privilégio com o status autodeclarado de vontade divina.</p>
<p>É uma espécie de herança torta das antigas dinastias e da nobreza europeia, de quem os médio-classistas acreditam piamente descender em linhagem pura e imaculada. Tal qual seus espelhos (distantes geográfica e cronologicamente), eles pretendem incutir no interlocutor a ideia de que seu bom berço é uma escolha divina, em detrimento da família meia-boca de quem estiver ouvindo. Por isso, eles não se acanham em recorrer ao seu deus para as coisas mais corriqueiras de suas vidas.</p>
<p>Portanto, se você pretende entrar para o seleto e abençoado mundo da classe média, trate de colocar Deus no meio de suas frases, dizendo que é culpa Dele você possuir bens materiais, e seu empregado não.</p></blockquote>
<p><object width="600" height="362"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_Zc7gBKV_Vg&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_Zc7gBKV_Vg&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="600" height="362"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://irrelevante.com.br/quote/o-estilo-da-classe-media/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você TEM que assistir #3 &#8211; Cart</title>
		<link>http://irrelevante.com.br/video/voce-tem-que-assistir-3-cart/</link>
		<comments>http://irrelevante.com.br/video/voce-tem-que-assistir-3-cart/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 01:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buccalon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://irrelevante.com.br/?p=387</guid>
		<description><![CDATA[
&#8220;Você já se perguntou como carrinhos de compra abandonados foram parar lá?&#8221;
Cart, do diretor americano Jesse Rosten, dá vida e sentimento a um carrinho de supermercado. Filmado em algumas semanas e sem orçamento, é impressionante a qualidade da fotografia, roteiro, direção e trilha. Usaram uma Red One com lentes Canon EOS. Você pode saber mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-388" title="Cart - The Film" src="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/08/cart.png" alt="Cart - The Film" width="580" height="277" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Você já se perguntou como carrinhos de compra abandonados foram parar lá?&#8221;</p></blockquote>
<p>Cart, do diretor americano Jesse Rosten, dá vida e sentimento a um carrinho de supermercado. Filmado em algumas semanas e sem orçamento, é impressionante a qualidade da fotografia, roteiro, direção e trilha. Usaram uma Red One com lentes Canon EOS. Você pode saber mais sobre &#8220;Cart &#8211; The Film&#8221; no <a href="http://jesserosten.com/2009/cart-the-film" target="_blank">blog do diretor</a>.<span id="more-387"></span></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5843895&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="326" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5843895&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<blockquote><p>Roteiro e Direção por Jesse Rosten<br />
Música por Peter Lance</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://irrelevante.com.br/video/voce-tem-que-assistir-3-cart/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você TEM que assistir #2 &#8211; Outside The Box</title>
		<link>http://irrelevante.com.br/video/voce-tem-que-assistir-2-outside-the-box/</link>
		<comments>http://irrelevante.com.br/video/voce-tem-que-assistir-2-outside-the-box/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 22:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buccalon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[desenho]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://irrelevante.com.br/?p=368</guid>
		<description><![CDATA[
Hoje trago um filme do ilustrador Joseph Pelling. Trata-se de uma discussão megalomaníaca que começa com alguém pensando fora da caixa. É uma boa reflexão para os criativos intelectuais.

Joseph Pelling é animador e ilustrador freelance em Londres.
Trabalha por conta própria e no estúdio THISISIT.
Clique aqui para ver o Você TEM que assistir #1.
Via @napoleao
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-372" title="Outside The Box" src="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Imagem5.png" alt="Outside The Box" width="580" height="316" /></p>
<p>Hoje trago um filme do ilustrador <a href="http://www.josephpelling.co.uk/" target="_blank">Joseph Pelling</a>. Trata-se de uma discussão megalomaníaca que começa com alguém pensando fora da caixa. É uma boa reflexão para os criativos intelectuais.<span id="more-368"></span></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="581" height="334" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5225011&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="581" height="334" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5225011&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<blockquote><p>Joseph Pelling é animador e ilustrador freelance em Londres.<br />
Trabalha por conta própria e no estúdio <a href="http://thisisitstudio.blogspot.com/" target="_blank">THISISIT</a>.</p></blockquote>
<p><a href="http://irrelevante.com.br/video/voce-tem-que-assistir-1-my-favourite-things/" target="_blank">Clique aqui para ver o Você TEM que assistir #1.</a></p>
<p>Via <a href="http://twitter.com/napoleao" target="_blank">@napoleao</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://irrelevante.com.br/video/voce-tem-que-assistir-2-outside-the-box/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Não quero um Obama brasileiro</title>
		<link>http://irrelevante.com.br/boatos/nao-quero-um-obama-brasileiro/</link>
		<comments>http://irrelevante.com.br/boatos/nao-quero-um-obama-brasileiro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 03:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buccalon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boatos]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://irrelevante.com.br/?p=358</guid>
		<description><![CDATA[Ao assistirem uma campanha eleitoral que arrecadou $750 milhões usando diversas ferramentas online, a Internet tornou-se a menina dos olhos dos candidatáveis brasileiros. Embalada no hype do Obama, a Câmara aprovou o projeto de lei que autoriza o uso da Internet em campanhas eleitorais. Pelo projeto, é permitido fazer pleno uso das redes sociais para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao assistirem uma campanha eleitoral que arrecadou $750 milhões usando diversas ferramentas online, a Internet tornou-se a menina dos olhos dos candidatáveis brasileiros. Embalada no hype do Obama, <a href="http://tribunadonorte.com.br/noticias/115209.html" target="_blank">a Câmara aprovou o projeto de lei que autoriza o uso da Internet em campanhas eleitorais</a>. Pelo projeto, é permitido fazer pleno uso das redes sociais para arrecadações e fica proibida a publicidade paga.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-362" title="Obama" src="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/07/obama.jpg" alt="Obama" width="600" height="417" /><span id="more-358"></span></p>
<p>Já era meio óbvio, pelo menos para mim. Fiquei encanado com a proibição da Internet na última eleição para prefeitos. Eu numa agência digital, vendo todo o bafafá da campanha Obama, achava essa proibição sem nexo. Afinal são ferramentas que podem ajudar o candidato a expor seus ideais, permitindo uma comunicação direta com o eleitor. Eu e meu blá blá blá de agência.</p>
<p>Só depois da aprovação do projeto na Câmara, comecei a me perguntar: Até que ponto é realmente “bacana” o uso dessas ferramentas? <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/07/09/denuncia-contra-sarney-une-crise-do-senado-cpi-da-petrobras-756746591.asp" target="_blank">Num país cuja corrupção é intrínseca ao ambiente político</a>, será interessante que as digníssimas figuras públicas dominem mais esses mecanismos influenciadores? Além de camisetas, folhetinhos, comícios e horário político, agora eles invadirão meu Facebook atrás de dinheiro?</p>
<p>Fica fácil de prever o futuro. A lei é aprovada no senado. Profissionais de marketing político escolhem suas agências de mídias sociais. Surgirão os apoios políticos dos publicadores de conteúdo. Então virão os que são contra o apoio, obviamente pago. Então virão os publicadores defendendo-se, dizendo que não são influenciados por dinheiro e não venderam suas almas para a política. E começa a velha batalha do <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23mimimi" target="_blank">#mimimi</a>.</p>
<p>Espero que isso seja uma moda passageira. Espero que aconteça tudo do jeito que tem que ser: os políticos não conseguirão aderir às ferramentas sociais por não compreenderem como elas funcionam. As agências falharão miseravelmente tentando vender suas magníficas campanhas online. E, para que eu possa dormir tranquilo, isso não passe de um grande investimento que foi para o lixo.</p>
<p>Eu não quero um Obama brasileiro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://irrelevante.com.br/boatos/nao-quero-um-obama-brasileiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você TEM que assistir #1 &#8211; My Favourite Things</title>
		<link>http://irrelevante.com.br/video/voce-tem-que-assistir-1-my-favourite-things/</link>
		<comments>http://irrelevante.com.br/video/voce-tem-que-assistir-1-my-favourite-things/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 02:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buccalon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://irrelevante.com.br/?p=319</guid>
		<description><![CDATA[
Não vou falar que sou um amante do cinema, porque é mentira. Ou é verdade. Talvez sou um amante do cinema pra internet. Já faz algum tempo que tenho visto curtas, longas, comerciais e animações espetaculares e não tenho compartilhado isso com ninguém. Então nada mais justo do que dividir isso com meus fiéis amigos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://irrelevante.com.br/video/voce-tem-que-assistir-1/"><img class="aligncenter size-full wp-image-336" title="My Favourite Things" src="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/06/Imagem2.png" alt="My Favourite Things" width="580" height="236" /></a></p>
<p>Não vou falar que sou um amante do cinema, porque é mentira. Ou é verdade. Talvez sou um amante do cinema pra internet. Já <strong>faz algum tempo que tenho visto curtas, longas, comerciais e animações espetaculares</strong> e não tenho compartilhado isso com ninguém. Então <strong>nada mais justo do que dividir isso com meus fiéis amigos</strong> frequentadores do Irrelevante.<span id="more-319"></span></p>
<p>O pessoal do <a title="Videolog.tv" href="http://videolog.tv/" target="_blank">Videolog</a> que me desculpe, mas o <a href="http://vimeo.com/" target="_blank">Vimeo</a> é foda. Ou melhor, como diz o Dudup do <a href="http://submusica.com/" target="_blank">Submúsica</a>: &#8220;O Vimeo é fino&#8221;. A interface limpa me faz ter vontade de trabalhar lá, nem que seja servindo café. Mas o que faz a diferença do Vimeo é a <strong>quantidade</strong> de filmes de <strong>qualidade</strong>. Lá estão produções absurdas do mundo todo. Vale passar na <a href="http://vimeo.com/hd" target="_blank">seção de filmes em HD</a> sempre que puder.</p>
<p>Hoje sugiro o curta inglês &#8220;<a title="My Favourite Things" href="http://vimeo.com/5177243" target="_blank">My Favourite Things</a>&#8220;. Deixem suas opiniões <img src='http://irrelevante.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5177243&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="326" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5177243&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<blockquote><p>Uma produção de &#8216;kidswithcrayons&#8217; e &#8216;Fly on the Wall Productions&#8217;</p>
<p>Estrelando Amelia Cook &amp; Theo Styles.</p>
<p>Direção: Edward Styles<br />
Produção: Lucy Owens</p>
<p>Dir. de Fotografia e Câmera: Jamie Havill<br />
Dir. de Arte: Charlotte Sintrat<br />
Edição: Carey Moyle<br />
Capt. de Som: Daniel Beckett<br />
Runner: Thomas Handforth <em>(contra-regra?)</em></p>
<p>Música: Stephen Wright</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://irrelevante.com.br/video/voce-tem-que-assistir-1-my-favourite-things/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Especialista em Mídias Sociais</title>
		<link>http://irrelevante.com.br/boatos/consultor-especialista-midias-socias/</link>
		<comments>http://irrelevante.com.br/boatos/consultor-especialista-midias-socias/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 May 2009 05:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buccalon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boatos]]></category>
		<category><![CDATA[formiga]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://irrelevante.com.br/?p=270</guid>
		<description><![CDATA[Já faz algum tempo que estou com um probleminha&#8230; Não tenho um cartão de visita. Nesses últimos meses tenho abusado do networking e sempre solto um:
&#8220;Vou ficar devendo meu cartão!   &#8220;
Você deve estar se perguntando por que eu ainda não tomei vergonha nada cara e fiz meu cartão. E a resposta é simples: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-303" title="E agora?" src="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/05/card.jpg" alt="E agora?" width="237" height="148" />Já faz algum tempo que estou com um probleminha&#8230; Não tenho um cartão de visita. Nesses últimos meses tenho abusado do networking e sempre solto um:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Vou ficar devendo meu cartão! <img src='http://irrelevante.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  &#8220;</em></p></blockquote>
<p>Você deve estar se perguntando por que eu ainda não tomei vergonha nada cara e fiz meu cartão. E a resposta é simples: Eu não sei o que colocar no meu cartão.<span id="more-270"></span><br />
<em></em></p>
<p><em>&#8220;Nome, telefone, e-mail&#8230;&#8221;</em> Não! Não é disso que estou falando. É que, simplesmente, eu não tenho profissão. &#8220;Mas é só colocar o que você faz&#8230;&#8221; Esse é meu medo. Hoje trabalho numa diretoria de planejamento/ativação, pensando em campanhas, estratégias e oportunidades. E meu principal foco são mídias sociais.</p>
<blockquote><p>Hoje sou um consultor de mídias sociais. <strong>Mas que grande merda</strong>.</p></blockquote>
<p>Não quero ser radical. A Web Social é um mercado que está sendo estruturado na base da tentativa (pelo menos já passamos da fase do <a href="http://www.simviral.com/2008/10/faz-um-viralzinho-ai/" target="_blank">faz um viralzinho</a>, eu acho), e tudo ainda é muito novo. Então por que é uma merda ser consultor de mídias sociais? Simples assim: Todos os dias alguém, poucos anos mais velho do que eu, vende-se como consultor.</p>
<p><img class="size-full wp-image-290 alignleft" style="margin: 0 8px;" title="Consultor de Mídia Social Muleque" src="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/05/tropa_de_elite3.jpg" alt="Consultor de Mídia Social Muleque" width="221" height="165" />Para mim, <strong>consultor = especialista</strong>, e eu não me sinto no direito de usar uma bandeira de especialista porque &#8220;estava lá fuçando e aprendi algo&#8221;. Afinal, não há barreira nenhuma para se vender como um especialista. Só há uma coisa que diferencia quem é um especialista de quem é muleque: o trabalho.</p>
<blockquote><p><strong>O especialista é aquele conhece, entende, planeja, explica e executa.</strong> Seja sincero: Se você não tem uma dessas características tira essa farda preta que você é <em>muleque</em>.</p></blockquote>
<p>É importante tomar consciência de que somos todos <em>muleques</em>. Não sei se você tem a humildade de assumir que não é especialista em nada e que está aprendendo com suas experiências anteriores. Faço isso o tempo inteiro e não me arrependo nem um pouco. Primeiro, porque é verdade, e segundo, porque aprendo muito mais dessa forma.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="600" height="338" data="http://enxame.tv/player/player_full.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="flashvars" value="video=95" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://enxame.tv/player/player_full.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Eu não sou o maior fã do Brainstorm#9, mas esse episódio do BrancastTV traduz bem o ponto onde eu quero chegar. Qual é a barreira de entrada no mercado das Mídias Sociais? Não estamos sendo muito arrogantes e prepotentes? Não quero entrar no mérito da publicidade de interupção, mas o que mais me chamou a atenção foi o comentário do Renê de Paula sobre o mercado circular. &#8220;Se nós nos fecharmos no nosso mundo, vamos emburrecer.&#8221;</p>
<p>Coincidentemente, essa semana assisti a apresentação do jornalista norte-americano James Surowiecki, no <a href="http://www.ted.com/talks/james_surowiecki_on_the_turning_point_for_social_media.html" target="_blank">TED</a>. A palestra tem como tema &#8220;O momento em que as mídias sociais viram as notícias&#8221;.  No final Surowiecki cita o comportamento das formigas. Quando estão perdidas, as formigas tem uma regra muito simples: <a href="http://307.to/awA" target="_blank">siga a formiga da frente</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="334" height="326" data="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/JamesSurowiecki_2005-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JamesSurowiecki-2005.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=320&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=390" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Por enquanto prefiro ficar sem cartão de visitas. Não quero ser mais uma formiga. E você?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://irrelevante.com.br/boatos/consultor-especialista-midias-socias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como falar bonito sem dizer absolutamente nada</title>
		<link>http://irrelevante.com.br/boatos/como-falar-bonito-sem-dizer-absolutamente-nada/</link>
		<comments>http://irrelevante.com.br/boatos/como-falar-bonito-sem-dizer-absolutamente-nada/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 22:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buccalon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boatos]]></category>
		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>
		<category><![CDATA[discurso]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[sem sentido]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://irrelevante.com.br/?p=242</guid>
		<description><![CDATA[Nada contra nem a favor, muito pelo contrário&#8230;
Uma homenagem a todos futuros os palestrantes e oradores da internet brasileira. Como tenho reparado que o importante mesmo na publicidade é &#8220;falar que faz&#8221; ao invés de &#8220;fazer&#8221;, deixo aqui um ótimo artifício de engodo. Pra ir longe é só unir toda a intelectualidade que as duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Nada contra nem a favor, muito pelo contrário&#8230;</p></blockquote>
<p>Uma homenagem a todos futuros os palestrantes e oradores da internet brasileira. Como tenho reparado que o importante mesmo na publicidade é &#8220;falar que faz&#8221; ao invés de &#8220;fazer&#8221;, deixo aqui um ótimo artifício de engodo. Pra ir longe é só unir toda a intelectualidade que as duas tabelas abaixo proporcionam.<span id="more-242"></span></p>
<h3 style="margin: 5px 0;">Escolha um item de cada coluna</h3>
<table style="border: 1px solid #DDD; font-family: Verdana; font-size: 10px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="600">
<tbody>
<tr>
<td style="border: 1px solid #DDD;"><strong>Coluna 1</strong></td>
<td style="border: 1px solid #DDD;"><strong>Coluna 2</strong></td>
<td style="border: 1px solid #DDD;"><strong>Coluna 3</strong></td>
<td style="border: 1px solid #DDD;"><strong>Coluna 4</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #DDD;">Caros colegas,</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">a execução deste projeto</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">nos obriga à análise</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">das nossas opções de desenvolvimento futuro.</td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #DDD;">Por outro lado,</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">a complexidade dos estudos efetuados</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">cumpre um papel essencial na formulação</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">das nossas metas financeiras e administrativas.</td>
</tr>
<tr style="border: 2px solid #DDD;">
<td style="border: 1px solid #DDD;">Não podemos esquecer que</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">a atual estrutura de organização</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">auxilia a preparação e a estruturação</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">das atitudes e das atribuições da diretoria.</td>
</tr>
<tr style="border: 2px solid #DDD;">
<td style="border: 1px solid #DDD;">Do mesmo modo,</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">o novo modelo estrutural aqui preconizado</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">contribui para a correta determinação</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">das novas proposições.</td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #DDD;">A prática mostra que</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">o desenvolvimento de formas distintas de atuação</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">assume importantes posições na definição</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">das opções básicas para o sucesso do programa.</td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #DDD;">Nunca é demais insistir que</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">a constante divulgação das informações</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">facilita a definição</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">do nosso sistema de formação de quadros.</td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #DDD;">A experiência mostra que</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">a consolidação das estruturas</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">prejudica a percepção da importância</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">das condições apropriadas para os negócios.</td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #DDD;">É fundamental ressaltar que</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">a análise dos diversos resultados</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">oferece uma boa oportunidade de verificação</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">dos índices pretendidos.</td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #DDD;">O incentivo ao avanço tecnológico, assim como</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">o início do programa de formação de atitudes</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">acarreta um processo de reformulação</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">das formas de ação.</td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #DDD;">Assim mesmo,</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">a expansão de nossa atividade</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">exige precisão e definição</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">dos conceitos de participação geral.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3 style="margin: 15px 0 5px">Escolha um número de 3 dígitos e veja as palavras correspondentes na tabela</h3>
<table style="border: 1px solid #DDD; font-family: Verdana; font-size: 10px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="600">
<tbody>
<tr>
<td style="border: 1px solid #DDD;" width="200"><strong>Coluna 1</strong></td>
<td style="border: 1px solid #DDD;" width="200"><strong>Coluna 2</strong></td>
<td style="border: 1px solid #DDD;" width="200"><strong>Coluna 3</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #DDD;">0 – programação<br />
1 – estratégia<br />
2 – mobilidade<br />
3 – planejamento<br />
4 – dinâmica<br />
5 – flexibilidade<br />
6 – implementação<br />
7 – instrumentação<br />
8 – retro-ação<br />
9 – projeção</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">0 – funcional<br />
1 – operacional<br />
2 – dimensional<br />
3 – transacional<br />
4 – estrutural<br />
5 – global<br />
6 – direcional<br />
7 – opcional<br />
8 – central<br />
9 – logística</td>
<td style="border: 1px solid #DDD;">0 – sistemática<br />
1 – integrada<br />
2 – equilibrada<br />
3 – totalizada<br />
4 – insumida<br />
5 – balançada<br />
6 – coordenada<br />
7 – combinada<br />
8 – estabilizada<br />
9 – paralela</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para se dar bem mesmo é só relacionar as frases obtidas em cada tabela e abusar da fala pausada. Essa é a receita do sucesso! Um exemplo:</p>
<blockquote><p><strong>É fundamental ressaltar que a complexidade dos estudos efetuados facilita a definição dos índices pretendidos</strong>, assim como aborta muito bem a teoria da <strong>dinâmica global coordenada</strong>.</p></blockquote>
<p>Mas pra você que tem preguiça até de gerar suas frases sem sentido, bom mesmo é usar o <strong><a href="http://www.lerolero.com/" target="_blank">Gerador de Lero-Lero</a></strong>.</p>
<p>Crédito das tabelas: <a href="http://www.amatilha.com.br/blog/como-falar-bonito-sem-dizer-nada/" target="_blank">amatilha</a> e <a href="http://hdtrue.wordpress.com/2008/12/03/como-falar-bonito-sem-dizer-absolutamente-nada/" target="_blank">hdtrue</a> <img src='http://irrelevante.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://irrelevante.com.br/boatos/como-falar-bonito-sem-dizer-absolutamente-nada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Salvem-se enquanto é tempo!</title>
		<link>http://irrelevante.com.br/quote/salvem-se-enquanto-e-tempo-rubem-alves/</link>
		<comments>http://irrelevante.com.br/quote/salvem-se-enquanto-e-tempo-rubem-alves/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 May 2009 19:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buccalon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quote]]></category>
		<category><![CDATA[diploma]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[rubem alves]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[vestibular]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://irrelevante.com.br/?p=200</guid>
		<description><![CDATA[Uma das coisas que agradeço é ter nascido filho de professora. E como homenagem ao dia das mães, mas fugindo um pouco do tema, cito um texto que minha mãe indicou sobre uma discussão frequente em nossa casa. Quem assina é Rubem Alves, na sua coluna da Folha de São Paulo em  2004.
Vou confessar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rubemalves.com.br/"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-207" title="Rubem Alves" src="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/05/rubem-alves-150x150.jpg" alt="Rubem Alves" width="90" height="90" /></a>Uma das coisas que agradeço é ter nascido filho de professora. E como homenagem ao dia das mães, mas fugindo um pouco do tema, cito um texto que minha mãe indicou sobre uma discussão frequente em nossa casa. Quem assina é Rubem Alves, na sua coluna da Folha de São Paulo em  2004.</p>
<blockquote><p>Vou confessar um pecado: às vezes, faço maldades. Mas não faço por mal. Faço o que faziam os mestres zen com seus &#8220;koans&#8221;. &#8220;Koans&#8221; eram rasteiras que os mestres passavam no pensamento dos discípulos. Eles sabiam que só se aprende o novo quando as certezas velhas caem. E acontece que eu gosto de passar rasteiras em certezas de jovens e de velhos&#8230;</p></blockquote>
<p><span id="more-200"></span></p>
<blockquote><div id="attachment_203" class="wp-caption alignleft" style="width: 233px"><img class="size-medium wp-image-203" title="Trote da Faculdade" src="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/05/trote-300x225.jpg" alt="Trote da Faculdade" width="223" height="167" /><p class="wp-caption-text">Trote da Faculdade: a ilusão</p></div>
<p>Pois o que eu faço é o seguinte. Lá estão os jovens nos semáforos, de cabeças raspadas e caras pintadas, na maior alegria, celebrando o fato de haverem passado no vestibular. Estão pedindo dinheiro para a festa! Eu paro o carro, abro a janela e na maior seriedade digo: &#8220;Não vou dar dinheiro. Mas vou dar um conselho. Sou professor emérito da Unicamp. O conselho é este: salvem-se enquanto é tempo!&#8221;. Aí o sinal fica verde e eu continuo.</p>
<p>&#8220;Mas que desmancha-prazeres você é!&#8221;, vocês me dirão. É verdade. Desmancha-prazeres. Prazeres inocentes baseados no engano. Porque aquela alegria toda se deve precisamente a isto: eles estão enganados.</p>
<p>Estão alegres porque acreditam que a universidade é a chave do mundo. Acabaram de chegar ao último patamar. As celebrações têm o mesmo sentido que os eventos iniciáticos — nas culturas ditas primitivas, as provas a que têm de se submeter os jovens que passaram pela puberdade. Passadas</p>
<p>as provas e os seus sofrimentos, os jovens deixaram de ser crianças. Agora são adultos, com todos os seus direitos e deveres. Podem assentar-se na roda dos homens. Assim como os nossos jovens agora podem dizer: &#8220;Deixei o cursinho. Estou na universidade&#8221;.</p>
<p>Houve um tempo em que as celebrações eram justas. Isso foi há muito tempo, quando eu era jovem. Naqueles tempos, um diploma universitário era garantia de trabalho. Os pais se davam como prontos para morrer quando uma destas coisas acontecia:</p>
<ol>
<li>a filha se casava. Isso garantia o seu sustento pelo resto da vida;</li>
<li>a filha tirava o diploma de normalista. Isso garantiria o seu sustento caso não casasse;</li>
<li>o filho entrava para o Banco do Brasil;</li>
<li>o filho tirava diploma.</li>
</ol>
<div id="attachment_202" class="wp-caption alignright" style="width: 248px"><img class="size-medium wp-image-202" title="Diploma Universitario" src="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/05/diploma-300x225.jpg" alt="Diploma Universitario" width="238" height="178" /><p class="wp-caption-text">O diploma perdeu seu valor</p></div>
<p>O diploma era mais que garantia de emprego. Era um atestado de nobreza. Quem tirava diploma não precisava trabalhar com as mãos, como os mecânicos, pedreiros e carpinteiros, que tinham mãos rudes e sujas.</p>
<p>Para provar para todo mundo que não trabalhavam com as mãos, os diplomados tratavam de pôr no dedo um anel com pedra colorida. Havia pedras para todas as profissões: médicos, advogados, músicos, engenheiros. Até os bispos tinham suas pedras.</p>
<p>(Ah! Ia me esquecendo: os pais também se davam como prontos para morrer quando o filho entrava para o seminário para ser padre —aos 45 anos seria bispo— ou para o exército para ser oficial —aos 45 anos seria general.)</p>
<p>Essa ilusão continua a morar na cabeça dos pais e é introduzida na cabeça dos filhos desde pequenos. Profissão honrosa é profissão que tem diploma universitário. Profissão rendosa é a que tem diploma universitário. Cria-se, então, a fantasia de que as únicas opções de profissão são aquelas oferecidas pelas universidades.</p>
<p>Quando se pergunta a um jovem &#8220;O que é que você vai fazer?&#8221;, o sentido dessa pergunta é &#8220;Quando você for preencher os formulários do vestibular, qual das opções oferecidas você vai escolher?&#8221;. E as opções não oferecidas? Haverá alternativas de trabalho que não se encontram nos formulários de vestibular?</p>
<p>Como todos os pais querem que seus filhos entrem na universidade e (quase) todos os jovens querem entrar na universidade, configura-se um mercado imenso, mas imenso mesmo, de pessoas desejosas de diplomas e prontas a pagar o preço. Enquanto houver jovens que não passam nos vestibulares das universidades do Estado, haverá mercado para a criação de universidades particulares. É um bom negócio.</p>
<p>Alegria na entrada. Tristeza ao sair. Forma-se, então, a multidão de jovens com diploma na mão, mas que não conseguem arranjar emprego. Por uma razão aritmética: o número de diplomados é muitas vezes maior que o número de empregos.</p>
<p>Já sugeri que os jovens que entram na universidade deveriam aprender, junto com o curso &#8220;nobre&#8221; que freqüentam, um ofício: marceneiro, mecânico, cozinheiro, jardineiro, técnico de computador, eletricista, encanador, descupinizador, motorista de trator&#8230; O rol de ofícios possíveis é imenso. Pena que, nas escolas, as crianças e os jovens não sejam informados sobre essas alternativas, por vezes mais felizes e mais rendosas.</p>
<p>Tive um amigo professor que foi guindado, contra a sua vontade, à posição de reitor de um grande colégio americano no interior de Minas. Ele odiava essa posição porque era obrigado a fazer discursos. E ele tremia de medo de fazer discursos. Um dia ele desapareceu sem explicações. Voltou com a família para o seu país, os Estados Unidos. Tempos depois, encontrei um amigo comum e perguntei: &#8220;Como vai o Fulano?&#8221;. Respondeu-me: &#8220;Felicíssimo. É motorista de um caminhão gigantesco que cruza o país!&#8221;.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://irrelevante.com.br/quote/salvem-se-enquanto-e-tempo-rubem-alves/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Muddy Waters Jr. no SESC Vila Mariana</title>
		<link>http://irrelevante.com.br/boatos/muddy-waters-jr-sesc-vila-mariana/</link>
		<comments>http://irrelevante.com.br/boatos/muddy-waters-jr-sesc-vila-mariana/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 May 2009 00:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buccalon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boatos]]></category>
		<category><![CDATA[blues]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[muddy waters]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[sesc]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://irrelevante.com.br/?p=175</guid>
		<description><![CDATA[
Ontem, durante a Virada Cultural no SESC Vila Mariana, tive a oportunidade de assistir um show espetacular com o filho de uma das lendas do Blues Muddy Waters. Com ninguém menos que Elieser Leão, tive o prazer de escutar um espetáculo emocionante do início ao fim, com direito a participação de meu amigo Donny Nichilo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://irrelevante.com.br/boatos/muddy-waters-jr-sesc-vila-mariana/"><img class="size-full wp-image-176 alignright" title="Muddy Waters Jr." src="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/05/muddywatersjr.jpeg" alt="Muddy Waters Jr. fez um show fora de série no SESC Vila Mariana" width="283" height="164" /></a></p>
<p>Ontem, durante a Virada Cultural no SESC Vila Mariana, tive a oportunidade de assistir um show espetacular com o filho de uma das lendas do Blues <a title="Muddy Waters na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Muddy_Waters" target="_blank">Muddy Waters</a>. Com ninguém menos que <a title="Twitter de Elieser Leão, o gaúcho" href="http://twitter.com/napoleao" target="_blank">Elieser Leão</a>, tive o prazer de escutar um espetáculo emocionante do início ao fim, com direito a participação de meu amigo Donny Nichilo, pianista de Chicago que aliás tocou anos com <a title="Buddy Guy na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Buddy_guy" target="_blank">Buddy Guy</a>.<span id="more-175"></span></p>
<p>A alegria que Muddy Waters Jr. transmite durante o show é algo fora do comum. Além de contar como é ser filho de Muddy Waters e como é difícil a vida violenta em Chicago, cantou clássicos como <strong>Hoochie Coochie Man</strong>, <strong>I&#8217;m a man</strong> e <strong>She&#8217;s Nineteen Years Old</strong>, esse último com direito a ida a platéia.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="190" height="158" data="http://www.youtube.com/v/1OmVvGyuzxE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1OmVvGyuzxE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object> <object width="190" height="158" data="http://www.youtube.com/v/ez5izCf2DLI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ez5izCf2DLI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p style="text-align: center;"><object width="386" height="300" data="http://www.youtube.com/v/mm7gVvUuZkE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mm7gVvUuZkE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Pra quem quiser se aprofundar na história de Muddy Waters e do blues de Chicago, recomendo o filme <a title="Cadillac Records no IMDb" href="http://www.imdb.com/title/tt1042877/" target="_blank">Cadillac Records</a>, que conta a história da Chess Records, a mais influente gravadora de blues de Chicago.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="560" height="340" data="http://www.youtube.com/v/7QJyAXfG8NM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7QJyAXfG8NM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://irrelevante.com.br/boatos/muddy-waters-jr-sesc-vila-mariana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como ser um bom estagiário</title>
		<link>http://irrelevante.com.br/boatos/como-ser-um-bom-estagiario/</link>
		<comments>http://irrelevante.com.br/boatos/como-ser-um-bom-estagiario/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 00:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>buccalon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boatos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[estagiario]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://irrelevante.com.br/?p=158</guid>
		<description><![CDATA[Segue a tradução livre do poster &#8220;How to be a good intern&#8221; da Number 17. São dicas fundamentais para quem quer se dar bem no estágio..

Leve seu estágio a sério (sério)
Chegue no horário (Sem reclamar sobre como você tem que chegar cedo ou como você chegou tarde em casa na noite anterior)
Preste atenção e anote [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Segue a tradução livre do poster &#8220;How to be a good intern&#8221; da <a href="http://www.number17.com/" target="_blank">Number 17</a>. São dicas fundamentais para quem quer se dar bem no estágio..</div>
<ol>
<li>Leve seu estágio a sério (sério)<span id="more-158"></span></li>
<li>Chegue no horário (Sem reclamar sobre como você tem que chegar cedo ou como você chegou tarde em casa na noite anterior)</li>
<li>Preste atenção e anote tudo (quando estão te passando instruções, não durante uma conversa)</li>
<li>Sempre entregue algo a mais (a não ser que custe mais)</li>
<li>(Quase) sempre há algo que você pode fazer (então avise quando estiver sem trabalho; não espere alguém notar que você está desocupado)</li>
<li>Vá trabalhar. As pessoas estão te esperando. (Um trabalho do culégio não é motivo pra faltar)</li>
<li>Entenda que você não sabe tudo (mesmo que você ache que sabe)</li>
<li>Desligue seu celular (mesmo se seu toque for uma graça)</li>
<li>Não fume (hábito nojento)</li>
<li>Não atrapalhe quem está trabalhando (mesmo se teve briga no big brother ontem)</li>
<li>Leve guloseimas (as vezes salgados, as vezes doces)</li>
<li>Seja pró-ativo. Se não há nada para fazer na sua área, procure algo nas outras áreas. (Vá aprender algo com alguem do financeiro, ou ver os trabalhos que sua empresa já fez)</li>
<li>Procure oportunidades para mostrar o que você sabe e como você pode contribuir (mas não exagere &#8211; ninguém gosta de estagiário metido)</li>
<li>As perguntas (quase sempre) não são desnecessárias (Ignorância não é algo bacana)</li>
<li>Não fique apenas seguindo instruções. Pense no que você está fazendo enquanto você está fazendo (Assim quando o desginer falar &#8220;Mas está ilegível!&#8221; você não terá que falar &#8220;Eu sei&#8221;)</li>
<li>Mostre estar interessado em aprender e as pessoas ficarão felizes em te ensinar algo.</li>
<li>Entenda que o sucesso no estágio cabe (quase) sempre a você.</li>
</ol>
<p>E o poster pra quem quiser (eu tenho na minha mesa):</p>
<p><a href="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/04/picture_221.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-160" title="How to be a good intern" src="http://irrelevante.com.br/wp-content/uploads/2009/04/picture_22-480x5701.png" alt="How to be a good intern" width="480" height="570" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://irrelevante.com.br/boatos/como-ser-um-bom-estagiario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
