Rio de Janeiro em 1936
Postado em 02/11/2008
Quem diria ein?
Postado em 26/09/2008
Bom caros leitores,
Os dois humildes autores desse blog estreiaram no Papo de Bêbado!
Sem mais delongas:
Postado em 16/09/2008
Ôuba!
Meu primeiro post aqui no blog, e como o Buccalon já disse, não levem a mal se não ficar tudo muito ‘chic’ de início, pois [ainda] não somos blogueiros experientes.
Mas vamos lá.
Outback é aquele restaurante americano com jeitão australiano, muito em voga hoje em dia. Tão em voga que essa é a segunda vez que eu estou falando dele nos últimos dois meses [a outra foi no Manifesto do Negrão]. Todos querem ir ao Outback, porque lá servem uma cebola cortada como uma flor ['Blooming Onion'], com um molho picante, você come como se fosse uma alcachofra. E tem umas costeletas que são realmente muito boas ['Ribs on the Barbie', se não me engano].
Tudo muito caro também, mas desta vez não é de dinheiro que quero falar. É do chope. O chope do Outback é servido em uma caneca hipergelada.

O chope é Brahma, bem tirado, chega na mesa com um colarinho bem feito, bem gelado e cremoso. Só que após cerca de um minuto e meio dentro desse copo congelado, o chope também começa a congelar, formando cristais de gelo na espuma e deixando o chope aguado num segundo momento.
“Moça, meu chope está congelado!”
“Ah, me desculpe. É que a caneca está congelada, mas eu trago outro pra você.”
“Hey moça… Este aqui também está congelado!”
“…”
O macete é pedir pra trazer o chope numa caneca não-congelada. Perde-se em glamour, mas ganha-se o dobro em sabor!
Postado em 03/09/2008
Olá, meu nome é Bruno Buccalon e este é o irrelevante.com.br, blog onde eu e meu amigo Daniel Lopes iremos escrever. Puxe um banquinho e fique a vontade. Aqui descontaremos todo nosso mal bom humor em nossos leitores. Somos novos nesse negócio de blogosfera, então cuidado! Daqui pode sair muita merda.
Vou começar contanto um ocorrido interessante… Hoje conheci uma pessoa no mínimo curiosa. Fui ao Piratininga Bar assistir o ilustre Paulo Caruso tocando seu piano. Boa música e um rango maravilhoso… Ao sair, o grande Paulo me ofereceu uma carona ao metrô, quando então surge o homem que cuida dos carros. Vou me referir a esse senhor como Zé, pois não sei seu nome.

Esse senhor disse “estou indo embora, movimento está fraco e ainda preciso pegar o metrô… essa lei seca é foda”. Prontamente oferecemos uma carona, e lá vamos nós a conversar. Seu Zé cuida dos carros da rua Harmonia (Vila Madalena) a 12 anos. Conversa vai, conversa vem, chegamos ao metrô. Nos despedimos de Paulo Caruso e seguimos. Seu Zé mora em Suzano, uma cidade bem longe da Vila Madalena… Ele vai até próximo a estação da Luz, para pegar um trem da meia noite, que o leva para sua cidade.
Perguntei ao seu Zé quanto ele “tirava” nesse trampo de segurança (sim, seu zé tem um colete preto com o texto “segurança” atrás). “Depende, tem mês que é muito bom… Dá pra tirar uns mil reais”, e continua “Mas a maioria das vezes tiro 700, 800 reais”. Até ai tudo bem, se guardar carro desse dinheiro eu já estava nesse ramo faz tempo. Então seu Zé tira seu celular do bolso: é um novíssimo Nokia 5200, com teclado slider. “Comprei ontem, paguei 375 reais”.

Vou começar a guardar carros…